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| Professores da UESC estão em greve |
Segundo a Senadora Lídice da Mata (PSB/BA):
Além do reduzido número de universidades federais no Nordeste, o principal fator de desequilíbrio seria o pequeno volume dos investimentos federais no Nordeste em pesquisa e formação de mestres e professores em comparação com as instituições do Sul e Sudeste. Para Lídice o desenvolvimento do Nordeste depende de investimentos em educação, ciência, tecnologia e inovação.
No dia 08/04, em reunião do FIEB com os 38 representantes da Bahia no Congresso Nacional, a Senadora Lídice da Mata expôs a federalização como caminho ideal às universidades estaduais da Bahia. A rede estadual de ensino superior (UEFS, UNEB, UESB e UESC) possui hoje 43 mil alunos, quase o dobro da rede federal na Bahia (UFBA, UFRB e UNIVASF), que se aproxima de 26 mil alunos. Considera a Senadora insustentável pelo governo estadual tamanha rede própria de ensino superior, o que não se justifica mais na atualidade.
O orçamento público baiano seria desonerado com a transferência da responsabilidade para o governo federal. Esta medida seria benéfica para a população pois o governo estadual usaria os recursos destinados ao ensino superior em outras obrigações legais, como o desenvolvimento do ensino fundamental e médio.
Por outro lado, a capacidade orçamentária maior do governo federal permitiria manter e ampliar o investimento na UEFS, UNEB, UESB e UESC que hoje estão paralisadas por um movimento grevista devido ao pacote de cortes financeiros realizado pelo governo estadual.
A Senadora propôs que o tema fosse assunto de nova reunião em Brasília, aonde ela já conseguiu a aprovação da inclusão da pauta na Subcomissão de Desenvolvimento do Nordeste, da qual é vice-presidente.









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